REVISTA DE TRABALHOS ACADÊMICOS – UNIVERSO BELO HORIZONTE, Vol. 1, No 2 (2017)

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PREVALÊNCIA DE OBESIDADE, SOBREPESO E BAIXO PESO EM ADOLESCENTES DE 11 A 16 ANOS, PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DAS REGIÕES CENTRAL E PERIFÉRICA DA CIDADE DE BETIM / MG.

Érica Dias de Souza Borher

Resumo


De acordo com Araújo e Petroski (2002), atualmente, o baixo peso, sobrepeso e a obesidade são problemas de saúde pública de grande importância para a sociedade. OBJETIVOS: Analisar a prevalência de obesidade, sobrepeso e baixo peso em adolescentes, comparando as regiões central e periférica da cidade de Betim/MG, e verificar se as proporções dos alunos nas categorias de classificação do percentil são iguais nas regiões demográficas. MÉTODOS: Amostra de 207 adolescentes, de ambos os sexos entre 11 e 16 anos, sendo realizada a medição de massa corporal (Kg) e estatura (cm) para classificação através de pontos de corte populacional dos órgãos WHO(1995, 1997), NCHS (2000) e CDC (2002), considerando baixo peso o índice de massa corporal inferior ao percentil 10, sobrepeso  o índice de massa corporal igual ou superior ao percentil 85 e inferior a 95 e obesidade o índice de massa corporal igual ou superior ao percentil 95. RESULTADOS: Ocorrência de desvio-padrão e média expressivo para a massa corporal (±12,63, 46,24), com o valor mínimo de 22 Kg e máximo de 117 kg e para o percentil (± 31,75, 46,51) com valor mínimo de percentil 3 e máximo de percentil 97. O IMC apresentou um mínimo de 11,1 e máximo de 39,5. Através do percentil a prevalência foi:  baixo peso na classe 11 a 12 anos (19,3%), sobrepeso na classe 13 a 14 anos (14,8%) e para 11,12,13 e 14 anos obesidade (9,1%). A prevalência da classificação através do percentil (obesidade, sobrepeso e baixo peso) foi mais expressiva na região periférica. CONCLUSÃO: Apesar da prevalência das classificações do percentil serem relacionadas com a região periférica, não houve diferença estatisticamente significativa das proporções de alunos nas categorias da classificação do percentil entre as regiões, pois o valor p = 0,664 é maior do que o nível de significância estipulado (5%). 


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ISSN 2179-1589

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