REVISTA DE TRABALHOS ACADÊMICOS – UNIVERSO BELO HORIZONTE, Vol. 1, No 5 (2021)

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TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DO TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO (TOC)

Walter Batista Cicarini, Lucinete Duarte, Adriana Viana, Alessandra Clementino, Ana Carla Almeida, Fabíola do Amaral, Paulo César de Siqueira, Taiane Balduino

Resumo


INTRODUÇÃO: O transtorno obsessivo-compulsivo, popularmente conhecido como TOC, é uma disfunção mental caracterizado pela presença de obsessões e/ou compulsões. Caracterizado por intenso desconforto emocional que leva seu portador a praticar comportamentos compulsivos que tem como objetivo reduzir a ansiedade. As causas do TOC são desconhecidas, estando em maior parte relacionados a fatores genéticos e psicológicos no geral. OBJETIVO: Descrever sobre o tratamento farmacológico do Transtorno obsessivo compulsivo e a eficácia em conjunto com a terapia comportamental. METODOLOGIA: baseado através de uma revisão bibliográfica utilizando bases de dados como a Scielo, BVS e utilizou a ferramenta google acadêmico evidenciando os seguintes descritores: transtorno obsessivo-compulsivo, antidepressivos, tratamento do TOC, inibidores seletivos da recaptação de serotonina. RESULTADO: O tratamento do TOC é feito perante avaliação junto a psiquiatras onde se investiga o grau de gravidade do transtorno. O tratamento trabalha em conjunto com o uso de medicações e a terapia cognitivo-comportamental. A maioria dos medicamentos que se mostram eficazes no tratamento do TOC são antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) em primeira linha ou ainda inibidores da recaptação da serotonina (IRS) em segunda linha. Ambos têm como objetivo melhorar a transmissão do impulso elétrico pela inibição da recaptação da serotonina entre um neurônio e outro, melhorando o funcionamento de sistemas cerebrais. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Os medicamentos indicados têm índice terapêutico alto, não causam dependência e seu uso é prolongado. São necessárias altas doses dessas medicações para que exerçam seus efeitos antiobsessivos devido à grande deficiência de serotonina presente no TOC. O uso do medicamento é variante de acordo com o quadro do transtorno, podendo variar de um a dois anos. 


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ISSN 2179-1589

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