REVISTA DE TRABALHOS ACADÊMICOS – UNIVERSO BELO HORIZONTE, Vol. 1, No 5 (2021)

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O PAPEL DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO ATUANTE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DIANTE DA SAÚDE DA POPULAÇÃO LGBTQIA+: REVISÃO DE LITERATURA

Aline Silva Rocha, Samuel Lucas da Silva, Lucinete Duarte dos Santos Ferreira

Resumo


INTRODUÇÃO: Por não se encaixarem nos padrões heteronormativos, a população LGBTQIA+ recebe um tratamento pejorativo e excludente na sociedade, o que limita o acesso deles aos serviços de saúde. OBJETIVO: Buscar na literatura científica disponível, produções que elucidem sobre o papel do enfermeiro atuante na atenção primária em se tratando da saúde da população LGBTQIA+. METODOLOGIA: Foi realizada uma pesquisa na base de dados BVS, Scielo e google acadêmico, utilizando os descritores MeSH: minorias sexuais e de gênero, atenção primária à saúde, enfermagem.  Foram incluídas publicações em português e inglês, de qualquer tipo de estudo e dos últimos 5 anos. As buscas foram realizadas em agosto de 2020, a análise inicial foi realizada com base no título e no abstract das produções encontradas, posteriormente foi requerido o texto integral dos estudos que discorriam acerca da seguinte pergunta de pesquisa: “Como tem sido a atuação do enfermeiro da unidade básica frente o cuidado à saúde da população LGBTQIA+?”. RESULTADOS: 10 artigos foram encontrados no BVS, 1 no Scielo e  uma filtragem mais minuciosa foi demandada nos artigos encontrados pelo google acadêmico. De toda a produção, foram selecionados 10 artigos.  Os artigos abordam o desconhecimento de profissionais quanto às ações de saúde pré-determinadas na política, bem como o despreparo dos profissionais para o acolhimento desse grupo. Há artigo que aborda a visão dos profissionais de saúde em relação ao público vulnerável LGBTQIA+. Não há, contudo, artigos que respondam exatamente à pergunta deste estudo. CONCLUSÃO: Mais estudos sobre esse tema precisam ser executados. De acordo com a PNSILGBT, Os enfermeiros deveriam atuar em ações de promoção à saúde, como combate a LGBTIfobia, saúde reprodutiva e sexual, ações preventivas, como vacinações, rastreamentos de IST e violência, ações terapêuticas, como cuidados em saúde mental e hormonização que, podem ser feitos na atenção primária à saúde.




ISSN 2179-1589

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