Saúde bucal dos escravos da Sé de Salvador Bahia, séc. XIX.

Autores

  • Andersen Líryo da SILVA Autor

Palavras-chave:

paleopatologia, diáspora africana, saúde bucal

Resumo

A arqueologia tem contribuído amplamente com a história para a compreensão do quadro de saúde/doença das populações no passado, através do estudo dos restos esqueléticos humanos. A análise de uma série de esqueletos escavados na primeira catedral do Brasil trouxe à luz as condições de saúde bucal dos escravos baianos de Salvador. A identificação como escravos foi possível, além de outras evidências, pela presença de mutilações dentárias, característica cultural que só surgiu no Brasil com a diáspora africana. Pode-se neste trabalho verificar que os escravos tinham uma boa condição de saúde dos seus dentes, não por uma higiene adequada, mas principalmente por uma alimentação com baixo potencial cariogênico

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Publicado

30-06-2016